quinta-feira, 28 de novembro de 2013

AS PROPAGANDAS E SUAS INFLUÊNCIAS


É comum, os jovens associarem o consumo de bebida alcoólica como algo importante para fazer parte de um grupo social. Esse pensamento é influenciado pela indústria do álcool e da propaganda, as quais relacionam as bebidas alcoólicas exclusivamente a momentos gloriosos, à sexualidade e a diversão.
Frequentemente, a indústria do álcool, vem associando seus produtos em eventos esportivos, culturais e musicais, apresentando o consumo do álcool como parte normal e essencial na vida e na cultura dos jovens. Podemos constatar que essa cultura esta representada na mitologia dionisíaca, no qual os festivais estavam atrelados à bebida, a felicidade, a alegria e diversão, ou seja, esses rituais proporcionava prazer aos homens por meio do álcool.

Somos influenciados por outras culturas, devido ao processo de globalização que são responsáveis pela divulgação de bebidas de origem diferentes, como por exemplo, podemos consumir saquê mesmo estando no Brasil. A globalização facilitou o surgimento dos meios de comunicação os quais são responsáveis pela divulgação das propagandas no intuito de massificar e homogeneizar podendo ainda desvalorizar as culturas tradicionais e sua própria identidade. Os jovens de hoje influenciados compulsivamente por essas propagandas aderem ao consumo de bebidas como meio de socializar-se e muitas vezes, bebem apenas para possuir prestígio social. 

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Consciência!!!

Consciência é nada mais que uma qualidade da mente ,perceber a relação entre si e um ambiente. O que nós questionamos é por que as pessoas bebem tanto,deixando de lado a ética e a moral , muitos procuram algo perdido ou ao menos encontram no álcool uma mera diversão,quando ocorre o consumo acontece uma rápida animação a bebida é uma substancia que provoca prazeres, torna-se um esconderijo para o tédio ,além de crianças desesperadas atrás do amor que lhe faltou que encontram conforto na bebida.
Alguns argumentos de pessoas que bebem, deduz simplesmente como algo social, sem atrelar como dependência ou qualquer tipo de vicio .Já as pessoas que não bebem possuem vários pontos de vista ,geralmente não bebem por algo eventual e consideram por diversas vezes algo normal, porém ,outras pessoas detestam o álcool por consequências que o mesmo causou em suas vidas trazendo o lado traumático, algo bastante relativo, como tudo na vida em sociedade tem malefícios, que atingem mais uns que aos outros,um acidente provocado por álcool no transito muda a vida de muitas pessoas,de quem cometeu as infrações até quem foi atingido  .
A falta de consciência modifica vidas ,o trânsito é algo delicado pois são vidas que estão ali ,indo e vindo o essencial é respeitar o espaço e limites do outro ampliando sempre o seu ,assim será o menos atingido e respeitará a vida.

Uma representação das consequências de um acidente de transito. 

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Propostas dos meios de comunicação.

 Os meios de comunicação de massa propõem comportamentos sócioculturais pensando em obter lucros e, muits vezes não se preocupam com os malefícios que podem causar a sociedade. No que se refere ao consumo do álcool essa realidade é ainda mais preocupante, pois os argumentos utilizados nas propagandas de bebidas alcóolicas acabam associando o ato de beber como uma prática cultural vinculada apenas ao bem estar. A reflexão dos indivíduos diante da comunicação midiática é orientada pelas bases sócioculturais que foram constituídas ao longo do seu processo de desenvolvimento e entrelaçados aos valores morais que  mediaram os processos de socialização pelos quais passaram. Daí a importância da mediação da família e demais grupos sociais para a formação da consciência coletiva que orienta os comportamentos em uma sociedade. Essa mediação irá resultar na formação de uma base moral que poderá evitar que os meios de comunicação produzam junto a esses jovens uma certa alienação, isto é, que os impeçam de pensar e agir por si mesmo e se deixam influenciar pelo que é dito na mídia. A formação dessa base moral junto aos jovens pode reduzir o número de pessoas que morrem no trânsito vítimas da associação entre álcool e direção. Este número tem aumentado ano após ano, o que revela que os conceitos éticos e morais que deveriam permear a relação entre as pessoas, não estão alinhados adequadamente com os princípios que orientam a consciência coletiva a respeito da relação álcool e direção.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

ATO DE VIOLÊNCIA NO TRÂNSITO

Ao falarmos na palavra violência pensamos naqueles altos índices de violência se referindo a casos como assassinatos, roubos, sequestros, estupros e brigas. Porém, devemos ficar atentos na ação violenta que muitos motoristas fazem no trânsito brasileiro. É o de querer combinar álcool e direção. Muitos jovens adquirem o hábito de consumir bebidas alcoólicas, por causa da influência recebida em casa pelos pais e também pelos meios de comunicação, os quais mostram constantemente que beber é legal, distrai e aproxima as pessoas. As propagandas de bebidas alcoólicas usam símbolos esportivos como jogadores de futebol, e também artistas para divulgarem os produtos, desse modo os jovens e crianças internalizam essa representação, vendo seu maior ídolo no ambiente divertido o qual é proporcionado pela bebida.
Se percebermos o cenário das propagandas de bebidas alcoólicas, vamos ver que onde tem bebida tem festa, mulheres, rapazes e diversão. Hoje, é comum os jovens das grandes cidades irem para balada à noite e voltarem dirigindo. Tal comportamento imprudente é um ato de grande violência no trânsito, pois coloca em risco a vida de outra pessoa que não tem culpa da irresponsabilidade dos motoristas, os quais sob o efeito do álcool esquecem que podem evitar um sofrimento alheio e de si mesmo. Já que as propagandas também tem o papel de educar, elas devem elaborar ações que afetem emocionalmente as pessoas, conscientizando-as.
Abaixo segue um link o qual mostra uma pegadinha para os motoristas que estão bebendo em um bar. Muito interessante e assustador!
"Pegadinha brutal' com o intuito de conscientizar os motoristas que bebem.http://www.folhasocial.com/2013/11/pegadinha-brutal-com-o-intuito-de.html

CONSCIÊNCIA E LEI NO TRÂNSITO

No Brasil existe grande índice de acidentes de trânsito que são provocados por motoristas embriagados. Notamos que tal fato está se tornando normal nas estradas brasileiras. O indivíduo que está conduzindo o veículo não se preocupa com as regras sociais e com as leis que são estabelecidas pela sociedade, então age de maneira irresponsável colocando a vida do próximo em perigo. E isso se deve ao fato de que o consumo de álcool associado à direção de veículos consiste em comportamento ainda culturalmente enraizado nos hábitos do povo brasileiro.
Sabemos que sempre existiu uma legislação exclusivamente destinada á repressão da embriaguez no volante, mas ao longo dos anos essa legislação vem sofrendo modificações. Atualmente, conhecemos a "Nova Lei Seca", a qual é bem divulgada pelos meios de comunicação e se discuti também a importância dessa lei a fim de conscientizar coletivamente, afinal esse é um problema social o qual atinge a todos. A nova lei busca combater esse comportamento inconsequente da sociedade perante o trânsito e diminuir os altos índices de acidentes, fazendo com que os indivíduos tomem consciência e amadureça a cultura no trânsito brasileiro. Hoje, as pessoas que infringe a lei de trânsito, associando bebida com direção, além de ser punido pelas sanções legais, será também discriminado pela sociedade por ter tal comportamento, pois de certo modo esta desrespeitando a vida do outro, colocando-os em perigo. O indivíduo que desrespeita as leis acaba sendo mal visto pela sociedade, a qual age de maneira espontânea perante certos comportamentos errados que acontece em nosso cotidiano. É o caso de pessoas quererem combinar álcool e direção, e não pensarem nas consequências desse ato.






















terça-feira, 12 de novembro de 2013

 

 Religião como um fator protetor para o uso de drogas entre universitários brasileiros: um estudo nacional. http://www.cisa.org.br/artigo/3391/religiao-como-um-fator-protetor-para.php

domingo, 10 de novembro de 2013

Álcool mais direção, resultado assustador.



É inacreditável, mas pessoas que nós consideramos inteligentes, estudadas e preparadas relutam e aceitar que o álcool prejudica o ato de dirigir um veículo. Mas os números estão aí e os que envolvem  álcool com relação aos acidentes de trânsito são assustadores. Trata-se de uma realidade que vem acontecendo com frequência e há um bom tempo  devido a uma  forma de agir e pensar  da maioria dos indivíduos, a qual se encontra enraizada culturalmente como produtos dos processos de socialização.  Para que se tenha uma ideia, mas de 50% das mortes ocorridas no trânsito estão relacionadas com álcool. Seja motorista, seja passageiro ou pedestre. Pelo novo código de trânsito, o máximo de álcool existente no sangue para poder dirigir, não pode ultrapassar 0,6g/l. Isto corresponde, mais ou menos, a ingerir 2 doses de (wisky, vodka, pinga, etc.), 2 cálices de vinho ou 2 latas de cerveja. Devido ao alto índice de acidentes causados por embriaguez no trânsito, torna-se evidente que o indivíduo além de não se preocupar, ignora as sanções legais, preescritas pela sociedade, sob a forma de leis. O álcool é perigoso porque dá uma sensação de segurança e bem estar. A pessoa acha que está muito bem e que não há o menor perigo em dirigir um veículo. Aí é que está o perigo, apesar de sentir-se bem, às vezes até melhor que o normal, uma pessoa que ingeriu álcool, mesmo em pequenas quantidades, certamente tem os seus reflexos retardados e esta é a principal  razão de tantos acidentes de trânsito envolvendo álcool. A pessoa totalmente embriagada, aquela que fala enrolado, preocupa menos, porque não consegue às vezes sequer abrir a porta do carro, quem preocupa mesmo, é aquela que aparentemente está bem e acha que, após ter bebido, está em condições de dirigir.
Estes fatos e números apresentados aqui, coincidem no mundo inteiro e não há dúvidas sobre eles. Portanto, se você bebeu e quer dirigir, saiba que a probabilidade de se envolver em acidente é bem maior. Então, não diriga depois de beber, um corrida de táxi é sempre mais barata que a conta do hospital. 

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

ARTIGO CIENTÍFICO


Muito interessante!!!!


http://www.obid.senad.gov.br/portais/OBID/conteudo/web/artigo_cientifico/ler_artigo_cientifico.php?id_artigo_cientifico=104

Álcool nas Universidades


Segundo a Cisa ( Centro de Informações sobre Saúde e Álcool ), a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD), em parceria com o Programa do Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas do Departamento e Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (GREA-FMUSP), com intuito de compreender o comportamento dos jovens brasileiros e o uso de bebidas alcoólicas e outras drogas tendo como foco as implicações que estas substancias acarretam para a  saúde e o desempenho acadêmico, foi realizado o I Levantamento Nacional sobre o Uso de Álcool, Tabaco e Outras Drogas entre Universitários das 27 Capitais Brasileiras. Verificou-se que os universitários fazem uso frequentes de álcool, sendo um padrão que merece especial atenção por ser um fato social normal. 
Desde que o aluno entra para a Universidade, ele sofre uma coerção muito forte por parte de seus colegas, que fazem com que o individuo se sinta obrigado a participar de trotes envolvendo bebidas, e todas as festas também, são realizadas com o consumo excessivo de álcool.

Com intuito de mobilizar toda a comunidade acadêmica pesquisadores da USP,UNESP e UNICAMP, criaram há três anos o  “Dia de Alerta Sobre Uso Excessivo de Álcool nas Universidades” unindo esforços para pensar em um problema que diz respeito a todos, pois a consequência do uso do álcool não atinge só a quem bebe e sim a toda sociedade.
Segundo o Art. 207 da Constituição Federal, as universidades gozam de autonomia didático-cientifica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao principio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. Logo, em virtude dessa autonomia as instituições podem proibir, a venda e o consumo de bebida alcoólica, determinado assim, as regras de convivência no espaço acadêmico, já que vai de encontro ao seu proposito, pois, o álcool provoca alterações cognitivas e comportamentais.