terça-feira, 22 de outubro de 2013

Na vida tudo mata - Autoria de David Sousa

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Na vida tudo mata


Na vida tudo mata... Pessoas se matam, remédios matam, ideais matam, o ar que respiramos mata, a comida que comemos mata, às, ''bebidas'' que ingerimos matam, a falta de visão do ser humano é ASSASSINA!. Resta o álcool para suprir a morte enquanto os olhos ainda não fecham. No mundo da tecnologia respiramos doenças, nosso batimento cardíaco é ditado com o barulho da buzina dos automóveis e a nossa visão ofuscada pela neblina que criamos por causa da ganância, do dinheiro, do status. O nosso cérebro vive em stand-by para a reflexão da vida e só desperta quando é para interesse próprio. Emitimos o som do desespero e recebemos a radiação como o preço da nossa ''evolução''. Criamos bombas e achamos tudo que explode um verdadeiro espetáculo!. Criamos Deus a nossa imagem e semelhança, criamos deuses a nossa mera arrogância e brigamos por ''ideais'' mesquinhos de que somos perfeitos. A outra raça não presta?...De nada vale se, você respira? Por que eu o ouviria? Quem é ele?...’’Já se perguntou sobre quem é você?’’... Às vezes é bom beber e refletir!...


(David Sousa)


domingo, 20 de outubro de 2013

Influência dos Meios de Comunicação.


Quanto vale a vida? Em questões discutidas em sociedade a vida não possui um exato valor, observamos a desvalorização da própria cada dia mais, hoje os valores sociais são agregados por várias formas, inicialmente recebemos orientações dos nossos pais, da nossa família depois seguimos para outras instituições como escolas, igrejas entre outras. Recebemos informações positivas e negativas por um meio que entra em nossas vidas e nem percebemos, são os meios de comunicação que envolvem-se diretamente com a globalização, pois obtemos informações de todo o mundo .
Hoje a televisão e a internet invadiram não só os lares brasileiros mais tudo contido em nossas vidas e a atualidade.Mas tanto na televisão quanto na internet a conteúdos e informações que não possuem qualidade que não aumentam nem qualificam as pessoas, além de obter uma programação que preza o "ter e não o ser", o que podemos relacionar como lixo visual e virtual.
Há vários tipos de propagandas que circulam na TV, TV fechada  e na internet, existem as campanhas de conscientização que tentam prevenir grandes acidentes no trânsito e o mal  que as drogas lícitas e ilícitas geram na vida da população. Essas propagandas são geralmente patrocinadas pelo governo de cada estado que criam essas campanhas em referência ao álcool justamente para minimizar os acidentes que encontra-se em grandes números.
Existe uma grande contrariedade há propagandas de marketing, que o ideal são as vendas das bebidas e transmitem o consumo como poder e sempre atrelam a bebida alcoólica a festas, verão (calor) e principalmente a alegria .
Assim criam-se amplas dúvidas de como podemos seguir os meios de comunicação e até que ponto os mesmos podem influenciar nossas vidas.


Quanto vale a vida ??
Se beber não dirija. 



sábado, 19 de outubro de 2013

A ética e a moral: instrumentos de conscientização no trânsito.

O objeto fundamental de estudo da educação para o trânsito tem sido a busca da redução da violência no trânsito, um fato social atrelado a dimensão individual dos comportamentos, o qual por sua vez, tem como base os valores morais que orientam a conduta do sujeito em sociedade. Entende-se por ética, por o conjunto de valores que guiam e orientam as relações humanas para a prática da cidadania. O juízo moral realiza-se a partir do sentido moral de cada indivíduo e corresponde a uma série de normas e regras que vão sendo adquiridos ao longo da vida. Então, para que haja uma conduta no trânsito que dialogue com a consciência coletiva de uma sociedade é necessário que o indivíduo conheça o que esta sociedade define como certo e o errado: o bem e o mal. É preciso que o homem aprenda e sinta-se capaz de julgar o valor de seus atos, e o primeiro passo é  tornando-se responsável por eles. O constante crescimento de violência, no trânsito causado pela embriaguez resulta numa situação de desrespeito e agressividade , no âmbito da qual o homem deixa de lado um comportamento e passa a agir contra a si mesmo e contra o próximo.   

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Se for dirigir não beba!!!

TENHA CONSCIÊNCIA... NÃO BEBA DIRIGINDO...

SOB O DOMÍNIO DA EMBRIAGUEZ CULTURAL



Quando se fala em violência no trânsito já vem em mente uma série de consequências decorrentes dessa conduta irresponsável fazendo acreditar que o fator principal seja a falta de punição aos transgressores do Código de Trânsito Brasileiro. Principalmente causada por jovens mal orientados por uma sociedade capitalista arbitrária às questões humanas e preocupada com seu próprio umbigo. Uma situação que se agrava a cada dia, e que as consequências desta falta de cultura é por um povo que não interage com o meio, pela falta de informação correta, pela omissão da justiça, do povo, do governo em face da falta de fiscalização rigorosa no trânsito.
Muitos motoristas agridem o trânsito dirigindo em velocidades muito acima das permitidas por lei e nem por isso deixam de dirigir seus carros e continuar cometendo vandalismos. A maioria das ocorrências de acidentes de trânsito está relacionada a uma sociedade que teima em associar álcool e direção. A bebida alcoólica pode ser agradável ao paladar, no entanto pode ser também amarga aos seus adeptos e familiares quando ingerida com exagero ou fora de tempo, e o que era bom passa a ser o fel da história.
Dirigir um carro é um ato prazeroso, é confortável, portanto se dirige alcoolizado já deixa de ser agradável e passa a ser perigoso. O veículo sob a direção de um embriagado é considerado uma arma mortal e tem causado muitas dores, muitos prejuízos, muitos lutos, muitas depressões, danos de impossíveis reparações. Falar sobre dirigir embriagado, não é necessário que eleve a mente apenas a uma reflexão sobre alguém que esteja bêbado e dirigindo um carro ou pilotando uma motocicleta, mas às consequências de um ato negligente. O álcool não combina com nenhuma direção, nem mesmo a de uma bicicleta!
Conduzir é colocar em movimento um corpo, matéria humana ou não, e quem conduz sob efeito de bebida forte ou substâncias de efeitos análogos conduz desequilibradamente o que se dirige. Se as leis dizem ao povo que tal prática é um crime, elas deveriam ser severas nos seus ditos fazendo-se valer pela sua criação para definir tal conduta como criminosa, não deixando brecha para servir de defesa aos detentores do poder capital. Para esses, parece nem existir leis, pois mesmo prevendo os eventos danosos assumem o risco de cometê-los confiantes na habilidade de seus renomados advogados que os defendem com afinco perante a célula que o Estado jurisdicionara a dirimir os conflitos cultivados por esta cultura social vivida em nosso país.
A violência no trânsito é um problema cultural, uma ilusão de um mundo pressionado pelo capitalismo. Muitos jovens por falta de conscientização e regras adquirem um conceito sobre direção condicionado ao poder. Isto causa uma enorme preocupação à sociedade e todos fazem a mesma indagação: "Até quando permanecerá esta violência no trânsito?" Enquanto estes ficarem impunes, enquanto não se tornarem inafiançáveis suas atrocidades, enquanto o poder aquisitivo conseguir pagar bons advogados não se poderá fazer uma política de conscientização das massas populares para que os violadores dos direitos humanos, os desafiadores do poder estatal possam continuar como “bons condutores”. Precisa-se que haja uma reforma cultural onde o povo se reeduque, que haja investimento, conhecimento e que as regras sejam precisas e sensatas. As leis foram feitas para servir de parâmetro para uma sociedade em desenvolvimento e não para que sirvam a interesses individuais.

domingo, 13 de outubro de 2013

O ÁLCOOL E SUAS TRADIÇÕES CULTURAIS

Cultura é uma tradição viva, conscientemente elaborada e que passa de geração para geração, que permite tornar singular e única uma determinada comunidade em relação à outra. (Roberto da Mata)
“O uso de bebidas alcoólicas é um costume extremamente antigo e tem atravessado gerações. O álcool surgiu durante o período neolítico quando houve a aparição da agricultura e foi no processo de fermentação natural que o ser humano passou a consumir e atribuir diferentes significados ao uso do álcool o qual era usado com finalidades curativas, em cerimônias religiosas e para uso social”.
“No período da colonização os portugueses descobriram que os índios produziam uma bebida forte a qual era fermentada a partir da mandioca, denominada cauim. Era um costume da tribo fazer uso dessa bebida em rituais e festas. Os portugueses que conheciam o vinho e a cerveja passaram a aprender a fazer a cachaça e com o tempo o vinho e a cerveja passou a ser consumido também por nós brasileiros”.
Como podemos ver o álcool faz parte da cultura brasileira. Os brasileiros têm o hábito de beber para ser social, ou seja, a bebida é associada a várias festas que são tradições na nossa cultura. Por exemplo, quando falamos de carnaval lembramos-nos da cerveja, o vinho do natal e o licor da festa junina. Essas representações são apoiadas e influenciadas pela mídia, que faz as propagandas dessa droga, que apesar de licita são as que mais prejudicam as pessoas que ingerem de maneira descontrolada. O consumo da bebida esta relacionado à vida social: muitas pessoas fazem uso do álcool para pertencer á um determinado meio social ou para se divertir. O álcool provoca efeitos psicológicos no comportamento humano, algumas pessoas ficam alegres e outras agressivas e violentas. Nesse caso, fazendo uso abusivamente perturbam as outras pessoas ao seu redor, agindo de maneira irresponsável, como por exemplo, dirigindo em alta velocidade, colocando em risco a vida de outras pessoas e de si mesmo.
O álcool sempre estará na nossa cultura, porém temos que criar meios para conscientizar os jovens e toda a população a fazer uso de forma moderada e evitar essa junção álcool e volante.

www.fcla.edu.br/.../o%20uso%20do%20alcool%20e%20a%20direção%2...‎

www.obid.senad.gov.br/portais/OBID/biblioteca/.../Veja.../326817.pdf









Embriaguez no volante, morte no trânsito.

Todos os anos milhares de pessoas em todo o país  morrem no trânsito. Muitos acabam perdendo suas vidas em virtude de outras que não respeitam as leis de trânsito. Excessos de velocidade, uso de  álcool, falta de sinalização, são fatos recorrentes na sociedade. Infelizmente, são considerados fatos sociais normais, porque ocorrem com frequência e causando graves acidentes,os quais muitas vezes poderiam ser evitados por uma conduta mais ética no trânsito. As principais causas da violência no trânsito são evitáveis, dentre elas, dirigir sobre o efeito de bebidas alcóolicas, fazendo com que muitos motoristas arrisquem suas vidas e a de outras pessoas, dirigindo embriagados.
No Brasil, a principal causa de acidentes por embriaguez, chegam a causar 50% das mortes. Para tentar reverter este quadro, os governantes concentram esforços para reduzir os índices dessa realidade, trabalhando na criação de novas leis e ações preventivas. Quando as pessoas   se concientizarem que beber e dirigir é um comportamento cultural que precisa ser substituído por outro fundamentado na consiência de que álcool e direção não combinam haverá conscientização no trânsito.



sábado, 12 de outubro de 2013

Cultura atrelada ao alcoolismo .

Muitas pessoas pensam ou menos acreditam que cultura não se iguala com coisas negativas como vícios, porém não é o que ocorre, cultura é um conjunto de conhecimentos adquiridos, relacionada com a instrução do saber, conjuntos das estruturas e bases sociais e religiosas,abrange amplamente vários aspectos como: costumes,crenças,práticas comuns, regras, normas, códigos, vestimenta, religião, rituais e maneiras de ser que predominam na maioria das pessoas que a integram  enfim, o conceito envolve as características idealizadas e representadas por um povo. O que ocorre é que para muitas famílias o álcool e a iniciação de consumo de bebida alcoólica é algo totalmente normal .É nada mais nada menos que normal, os jovens hoje iniciam a vida alcoólica cada vez mais cedo, sendo apoiados ou até mesmo visto como algo normal pelos pais ou responsáveis e justamente nestes períodos que os jovens estão formando-se em várias questões "que nortearão a constituição das suas múltiplas identidades". Então "o que pode e o que não pode "e a vigilância conta muito para a formação dos sujeitos .
Com a falta de vigilância dos pais, parentes e outros, os jovens vão se formando, sem controle e sem limites,não seguem parâmetros nem normas, assim quando perdem o controle do álcool  (qualquer bebida que contenha o mesmo) Muitas vezes não sabem a hora de parar, tornando-se assim dependentes totalmente do álcool para restringir ,ou evaporar seus problemas. Entrando assim em uma grande roubada ou melhor em uma grande contra mão .